Paul Healy explica seus desafios em nova função na CBRu

A CBRu confirmou na última semana a contratação do australiano Paul Healy como diretor da Academia de Alto Rendimento de São Paulo, trazendo o ex-treinador da seleção do Chile de volta à América do Sul após seu desligamento dos Condores no fim do ano passado.
 
Ele partiu do Chile em direção à Alemanha, dirigindo o Pforzheim e sendo campeão alemão. Além da experiência europeia, Healy chega à São Paulo depois de passagens pela Austrália, França, Uruguai e País de Gales.
 
Depois de sua saída dos Condores, Healy conversou com o Americas Rugby News e comentou sua nova função, ressaltando que valores comuns à CBRu estão por trás da mudança.
 
“Pessoalmente, assumir essa função é mais um grande desafio e estou animado em ter a oportunidade de trazer meus conhecimentos e experiências especialmente no cenário sul-americano, seguir progredindo com o Rugby no Brasil e elevar o nível das performances, alcançando resultados competitivos e objetivos realistas de longo prazo que a Confederação Brasileira de Rugby planejou.”
 
“São muitos projetos importantes em andamento, e há muito trabalho para ser continuado depois dos Jogos Olímpicos em agosto. Eles estão trabalhando duro para implementar essas estruturas e garantir que os profissionais adequados estão envolvidos e tenham foco em contribuir para a continuidade do cumprimento dos objetivos de longo prazo, desenvolvimento consistente e sucesso do Rugby no Brasil.
 
Minha principal função será de manager do programa de Alta Performance em São Paulo, com foco no desenvolvimento de jogadores e processos nas Academias de Rugby, clubes, competições de alto nível e outras oportunidades que podem ser desenvolvidas. Também estou feliz em poder trabalhar lado a lado com um grupo com experiência administrativa e equipe de coaching para ajudar a implementar essas estruturas dentro dos programas nacionais voltados para o XV e Sevens, que serão de vital importância para seu sucesso contínuo. Tenho certeza que trabalharemos duro conjuntamente como uma Confederação para atingir esses objetivos da melhor forma possível.
 
“Não há duvidas que em países como Brasil, Chile, Uruguai e Paraguai, sempre haverão muitos desafios, mas acredito que você tem que encontrar as melhores soluções possíveis para desenvolver o Rugby, ampliar a cultura do esporte e estar numa posição de contribuir da forma mais profissional possível dentro do ambiente amador. Existem muitos sacrifícios que as pessoas ligadas ao Rugby fazem, mas tem que ter toda oportunidade de alcançar seus objetivos da melhor forma possível.
 
“Existem muitas coisas positivas que podem acontecer com o Rugby brasileiro depois dos Jogos Olímpicos, tanto nas modalidades masculinas e femininas do XV e Seven, e em minhas conversas com a CBRu, eles mostraram um claro entendimento de sua visão e objetivos de onde querem que o Rugby chegue, seguindo as diretrizes da World Rugby e com um plano de ação incorporando tudo o que necessita ser implementado, alcançado e entregue para chegar lá.
 
 
Fonte: Americas Rugby News

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