World Rugby vai revisar regras de naturalização

Na última série de reuniões do World Rugby em Buenos Aires, a entidade tomou uma importante decisão: formar uma comissão para debater a mudança nas regras de eligibilidade de atletas para as seleções nacionais.

 

Atualmente, a regra abre a possibilidade para a naturalização de estrangeiros que atuem no país há três anos. Tal brecha vem possibilitando um grande número de naturalizações, como por exemplo a legião de sul-africanos, neozelandeses e fijianos que se espalhou por Escócia (Nel e Strauss), Irlanda (Stander e Payne), Itália (van Schalkwyk), França (Le Roux, Spedding, Kockott, Vakatawa) e Japão (Leitch, Broadhurst, Thompson). A proposta é que se alterem as regras para naturalização, exigindo laços maiores para barrar um comércio de atletas também nas seleções.

 

Revisão também nas Leis e no entretenimento

Outros duas medidas propostas pelos comitês do World Rugby dizem respeito às Leis do Rugby e as práticas de marketing da entidade.

 

A primeira medida foi a remoção da Lei 3.12(c), que diz “O substituto temporário também pode ser substituído temporariamente se o jogador requer uma avaliação de concussão (mesmo que todas as substituições tenham sido utilizadas)”.

 

A outra é a aprovação do uso do microfone em atletas durante a Série Mundial de Sevens, permitindo que o público escute as conversa dos jogadores durante as partidas do sevens. Trata-se de mais um teste dessa tecnologia, já em uso no NRC australiano e no PRO12 ítalo-celta.

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