No Super Rugby, Sharks mordem Stormers em dia de arbitragem polêmica

ARTIGO COM VÍDEOS – Em final de semana de folga para os Jaguares argentinos, a terceira rodada do Super Rugby foi rica em grandes jogos, com Brumbies e Sharks despontando como os únicos invictos até aqui. Highlanders, Hurricanes, Chiefs, Rebels e Cheetahs também festejaram vitórias, enquanto Bulls, Waratahs e Crusaders foram as outras equipes que descansaram na jornada.

 

Hoje, o nosso artigo sobre o Super Rugby é especial, estreando o novo colaborador, o português Francisco Isaac, rugbista da Agronomia, que escreve sobre rugby para o Planeta Desportivo. “Louco por uma boa formação ordenada ou pela envolvência do três de trás, o rugby tem sido uma “casa” para mim”, como gosta de dizer.

 

Hurricanes tiram o pé da lama e vencem a primeira

Hurricanes salvos pelo gongo… ou pela buzina, se quisermos. Mais cinco minutos e os Blues, de Tana Umaga, podiam ter empatado (no mínimo), num jogo que revelou-se bem intenso até ao final. 23-19, foi o resultado final num “dérbi” neozelandês, com a 1ª parte de boa disputa territorial. R. Ranger abriu o placar, com um try que finalizou 12 fases de ataque dos Blues, num salto espetacular (regresso em grande ao Super Rugby) que antes de ser colocado fora consegue “plantar” a bola para dar vantagem à sua equipe. Os Hurricanes “acordaram” e após algumas tentativas fracassadas, chegaram ao 07-08, com um maul dinâmico bem orquestrado por Victor Vito. Na 2ª metade do jogo, os Hurricanes perderam a luta pelo território, mas conseguiram se adiantar no marcador, com dois tries de Perenara: o 1º após uma bela jogada de toda a linha de ¾’s, com Milner-Skudder a esboçar um pequeno pontapé por cima da defesa adversária, para o scrum-half captar a bola e cair dentro da área de validação.

 

Depois chegou, o primeiro momento da controvérsia (e o 2º try de Perenara), em que a equipe dos Hurricanes cometeu um knock on no contato (por Ardie Savea) que não foi penalizado pela equipe de arbitragem (mesmo com recurso ao vídeo-árbitro). Entre os tries do nº9 dos Hurricanes, Moala finalizou uma boa saída de pick para os Blues. A última decisão polêmica foi a não validação de um try de Tevita Li, que após receber um passe L. Visinia correu mais de 60 metros sem oposição… o passe, foi considerado para a frente, algo que nunca foi claro no recurso ao replay. Um jogo de qualidade, com os furacões a apresentarem vários erros (alguns questionáveis para uma equipe que é vice-campeã do Super Rugby) e pouco dinamismo… já nos Blues, Blake Gibson continua a ganhar destaque na posição de asa, com 12 tackles somadas (Ardie Savea dos Hurricanes foi quem somou mais tackles efetivas, com 17) e uma energia muito frenética na avançada, cabendo a Ranger e a West (9 pontos o abertura está em boa forma) as melhores soluções nas linhas atrasadas. Última nota: Nehe Milner-Skudder, o ponta dos AllBlacks, sofreu uma lesão no ombro (luxação no ombro) que poderá levar até a um mês de recuperação.

 
Brumbies favoritos?

Force não aguenta com a capacidade ofensiva dos Brumbies e o resultado final de 31-14 foi altamente esperável. Os primeiros 40’ foram repartidos, com os cavalos australianos a entrarem muito bem no jogo, com um grande domínio de tempo de bola nas mãos. Atingiram rapidamente os 17-00 no marcador (tries de Moore e Toomua), levando a equipe do Western Force a ir à luta para tentar operar uma reviravolta… boa pressão e intensidade interessante, acabaram por “obrigar” T. Cubelli, scrum-half Puma, a realizar uma falta que resultou na sua expulsão temporária. Este fator foi determinante para o 1º try da equipe da casa, com LukeMorahan, a quebrar a linha de defesa dos Brumbies e a mergulhar para os primeiros pontos dos seus Force. 2ª parte já notámos uma maior vantagem física e técnica dos Brumbies, que facilmente chegaram ao 3º try, com Joseph Tomane a conseguir fugir aos seus “tacleadores” e a dar o 24-07, pondo-os mais perto de um dos objetivos para esta noite: ponto bônus de vitória.

 

Faltava o 4º try, que não chegaria de forma fácil, muito pelos melhores minutos do Force. Uma bola bem recuperada, com Grant a dar um kick de “gênio”, que o nº15 Dane Haylett-Petty apanhou para entregar ao centro wallaby Ben Taupai, para o 24-14 aos 65’. Com quinze minutos para jogar, poderiam suceder-se duas situações: os Force conseguiam aproximar-se do resultado com novo try ou os Brumbies aguentavam o maior atrevimento e chegavam ao ponto de bônus… alguém tinha e ia marcar pontos, e foram os Brumbies que o fizeram. Muito pelo trabalho fantástico de David Pocock (o flanqueador está a criar um legado) que foi conquistando turnovers e faltas no breakdown. Com um alinhamento já em cima da área de validação da equipe da casa, um pick do pilar suplente, Josh Mann-Rea á o ponto de bônus. Jogo que careceu algum “fogo” ou elemento “fantástico”, temos de dar destaque à forte capacidade de recuperação de bola dos Brumbies, com Pocock a liderar com 3 (dois deles essenciais) e 14 tackles. Tevita Kuridrani continua a ser um “bloco” de pedra, carregando a bola (quase) sempre bem, explorando bem o seu maior poder de choque. Nos Force, podemos destacar a Matt Hodgson (“só” fez 21 tackles e 10 carries) e Dane Haylett-Petty, que parece estar a pedir uma chamada à seleção da Austrália.

 
Os campeões vencem com apenas 20% de posse de bola

Highlanders receberam os Lions em casa, naquilo que foi uma luta interessante, muito pelo bom jogo ofensivo dos campeões do Super Rugby. O 34-15 final foi um resultado enganador já que em abono da verdade, foram os Lions com mais tempo de bola… contudo, um início de 2ª parte de campeão, deu a vitória aos Highlanders. A equipe dos Smith’s beneficiou, ao início do jogo, de uma grande tackle de Fekitoa, que teve a genialidade de virar Ruan Combrinck do avesso evitando o 1º try dos leões, isto aos 11’. Motivados pela garra de Fekitoa, os Highlanders foram subindo no terreno e após um turnover (completaram 9 roubos de bola em todo o jogo), Lima Sopoaga mete um gruber matreiro, bem aproveitado por Matt Faddes (uma das caras novas dos Highlanders para esta temporada) a fazer o seu 1º try no Super Rugby. Até ao final dos primeiros 40 minutos, os Lions não conseguindo fazer um avanço significativo no terreno (apesar de terem controlado a bola durante largos períodos de tempo) apostaram nas penalidades, conseguindo Jantjies converter para o 03-10 (Sopoaga tinha aberto o placar com um pontapé, após falta na scrum dos Lions)  aos 32’.

 

Como já referimos, foi na reabertura da 2ª parte que os Lions foram completamente domados, com dois tries contra a corrente do jogo: aos 42, Ben Smith aproveita para realizar um alinhamento rápido, com a avançada dos Lions a “dormir”, transmitindo a bola para Aaron Smith e os dois, só com o nº15 dos Lions pela frente, fizeram o 2º try; o 3º, aos 44’, nasceu de outro erro dos leões africanos, que vêem Faddes a interceptar uma jogada sua, já bem dentro dos 22 metros, correndo o centro para o seu segundo try do jogo. Esta situação foi como a “estocada” fatal, já que a partir daqui os Lions perderam a lucidez. atacando, quase sempre, mal. Fekitoa meteu o nome na lista de marcadores, aos 55’ e Sopoaga num drop brilhante mete o resultado em 34-03. O 80% de domínio de território surtiu só efeitos mesmo nos últimos quinze minutos, com van Rensburg (62’) e R. Ackermann (78’) a amenizarem a pesada derrota. Em 150 tackles dos Highlanders, somente 25 não tiveram sucesso, o que prova, em parte, a melhor exibição dos neozelandeses (estão a 1 ponto dos Chiefs no seu grupo).

 
Rebels derrotam Reds em dérbi aussie

Após o “adeus” de Richard Graham (demitido ao fim de duas jornadas), a equipe dos koalas sabia da necessidade em procurar a vitória, como forma de recuperar “fôlego” e “alegria”. Porém, Rebels, entraram com o “pé quente” conseguindo na primeira meia hora chegar a 16-00. Três penalidades convertidas sempre por Jack Debreczeni, a castigar faltas no breakdown por parte dos jogadores de Queensland, permitiram aos Rebels “dominar” o início do jogo. O 1º try nasceu a partir de um ruck, com o scrum-half Ben Meehan a aplicar um bom gruber, para Jonah Placid, o ponta com 20 anos e ex-Reds, tocar para os seus primeiros 5 pontos. Não bastava a semana difícil, em que viram o seu treinador ser despedido, como, agora, sofrerem pontos de um antigo atleta. Aos 35’ uma quebra de linha por parte de Hendrik Tui, que conseguiu abalroar Mitch Inman, para depois no 2 para 1 transmitir a oval para as mãos de Nick Frisby, com o scrum-half (excelente linha de corrida) a marcar o seu 1º try esta temporada. Os Reds precisavam desta alegria para acreditar numa possível vitória, que lhes foge desde 30 de Maio de 2015 (32-10 frente ao Western Force). Ainda antes do final dos primeiros 40 minutos, Jake McIntyre converte uma penalidade para o 16-10. Tivemos uma segunda parte satisfatória de ambos os lados, que procuraram o “caminho” para os pontos, com J. Debreczeni a converter nova penalidade, respondendo, de seguida, McIntyre… era um despique à moda do rugby Europeu, com os dois chutadores a assumirem a responsabilidade. Aos 55’, com 22-13 no placar, A. Ready fez o 2º try para os seus Reds, a finalizar um bom maul, repondo a “fé” na reviravolta. Porém, as constantes penalidades deitaram tudo a perder, com Debreczeni a somar mais pontos. 25-23, resultado final, vitória da equipe que menos faltas cometeu, com alguma injustiça no resultado já que os Reds – finalmente – apresentaram outra forma de jogar, abrindo as linhas. Destaque para Samu Kerevi, o centro fijiano, precisa que a equipe cresça para atingir top form e garantir um vector estável do jogo da equipe de Queensland. Partilhamos um facto interessante: os Rebels com um pouco mais de trabalho defensivo podem ser um caso sério, já que em 429 metros conquistados (125 carries), conseguiram “bater” por 30 vezes a defesa dos Reds.

 

Sunwolves passam perto de vitória em Cingapura

Os japoneses do Sunwolves trouxeram o rugby até Cingapura, abrindo novos “horizontes” para a modalidade. Excelente jogo entre Cheetahs e Sunwolves, como demonstra o marcador final: 31-32. Vamos ao histórico da partida: grande primeira parte com cinco tries, quatro dos nipónicos e um dos sul-africanos. Primeiro pelo MVP do jogo, Akihito Yamada, a sprintar para o try logo aos 4’, para Pisi converter; Cheetahs só incomodaram através de duas penalidades, a castigar duas faltas dos lobos do Japão (a 1ª numa Scrum e a segunda num ruck); aos 14’, uma combinação bem trabalhada pelas linhas atrasadas do Sunwolves, permitiu a Yamada correr pela ponta e somar novo try para o êxtase dos restantes membros da alcateia; Daniel Marais, um dos melhores em campo do lado dos Cheetahs, quebra bem a linha e numa boa finta de passe inflige o 1º try dos sul-africanos, isto aos 23’.

 

Com 5 minutos no relógio, Yamada chega ao hattrick, para depois Shota Horie, o capitão dos Sunwolves (uma das lendas do rugby japonês), fazer o 3º e 4º try, respectivamente, e o ponto bónus confirmado (28-13). Nada fazia prever o que iria a acontecer na segunda parte: “cambalhota” no marcador com um coração tremendo a equipe do Free State de África do Sul a somar três tries. Não foi só no ataque que os Cheetahs deram um “show”, já que na defesa uniram esforços e mostraram-se “gigantes” para “sorrir” no final da partida. U. Cassiem num bom pick cai dentro da área de validação, D. Marais (vale a pena rever este try aos 54’) faz o 3º, com uma “dança” perante a defesa nipónica, para o 27-31.

 

Os japoneses ressentiram-se dos erros a nível defensivo, cometendo uma série de penalidades (5 só na 2ª parte) que permitiu um avanço dos sul-africanos. Intensidade total, muito por decidir e a vitória a poder pender para qualquer um dos lados… porém, os Sunwolves deitaram tudo a perder com um amarelo para Ed Quirk, visto que o australiano “ajudou” a derrubar o maul dos seus adversários. A jogar perante 14, os Cheetahs acreditaram veemente na sua vitória e Boom Prinsloo, o fortíssimo asa sul-africano, a não parar até chegar ao try. 32-31, a equipe de Franco Smith aguentou a maior pressão japonesa que ainda tiveram duas penalidades para voltar à carga… mas a falta de eficácia na execução, “resolveu” o jogo a favor dos Cheetahs. Singapura foi “bafejada” com a sorte de ter um jogo de rugby de qualidade, com as duas equipas apostadas em dar o seu melhor.

 

Chiefs com “fome” de tries

A equipe mais frágil do Super Rugby sofreu uma pesada derrota frente aos mighty Chiefs, guiados por um Sam Cane de grande qualidade. O asa apontou dois tries, num jogo prefeito da equipe neozelandesa que atingiu a marca de 7 tries, sofrendo apenas dois. Ente os 1’ e os 20’, foi a faixa temporal de jogo em que os Kings conseguiram suster a força dos Chiefs nas perfurações ofensivas, apostando em realizar um encontro mais “controlado”, evitando subir a intensidade de jogo, algo que os Chiefs de Waikato procuravam a cada instante. Um erro num ruck permitiu aos visitantes lançar a bola para alinhamento, no qual, Cane chegou ao try de abertura com um bom pick. Mesmo com nova penalidade de Louis Fouche (excelente nos pontapés aos postes com 14 pontos durante os 80’), foram os de Waikato a chegar de novo à área de validação, desta feita com Damian McKenzie a furar a linha e a fazer o seu primeiro e único try do jogo (foi responsável por todos os pontapés dos Chiefs). Aos 35’ lance de insistência que termina no 3º try dos visitantes, com os Kings a demonstrarem alguma apatia e falta de “garra”, já que Taleni Seu teve todo o tempo do Mundo para apanhar a bola, olhar para a linha e lutar para o “mergulho” para o 27-12.

 

No reatamento de jogo, os Kings deram uso eficaz a uma penalidade, apostando no alinhamento que resultou no try de E. Marutlulle (hooker) na sequência de um maul. Ngatai (uma quebra de linha muito simples), Cruden (erro atacante dos Kings possibilitou a fuga Cruden com apoio de McKenzie) e Cane (“mergulho” para a “piscina”) ampliaram a vantagem para 55-24, com D. McKenzie a fechar o placar aos 80+3’ com nova penalidade (58-24). O fullback fez um jogo brutal no que toca à comunicação e organização defensiva, a ter 100% de eficácia na hora das conversões (18 pontos). Já Sam Cane, considerado um McCaw in the making (com várias aspas), foi importante no factor defensivo (9 tackles) e no “carregar” de bola (sete carries para trinta metros conquistados), somando 10 pontos. Nos Kings destaque para Shane Gates, Louis Fouche e Thembelani Bholi, apresentando um rugby interessante que terá de ser “polido” no futuro próximo. Kings permanecem na última posição do seu grupo, os Chiefs voltam à carga pela luta no domínio no seu grupo.

 
Sharks vencem clássico com try polêmico

Último jogo da ronda, com os tubarões a visitar o campo dos Stormers, um encontro sempre propício a momentos emotivos. Os Sharks de Robert du Preez têm como goal o 1º lugar do seu grupo, e só uma vitória interessava a estes. Já os Stormers vêm de duas vitórias moralizadoras (Bulls e Cheetahs) e hoje era um dia ideal para infligir dano aos seus “rivais” de Durban. Com uma igualdade de 3 (pontapés de Coleman, Stormers, e Pietersen, Sharks), foi a equipe da Cidade do Cabo a chegar ao try: movimentação de entendimento, com C. Kolbe a ter espaço suficiente para meter um pontapé na “gaveta”, que o ponta L. Zas captou num toque genial para chegar ao try! Tremenda classe do sul-africano com 20 anos a estrear-se no capítulo dos tries. O try dos Sharks ao minuto 45’ foi, no mínimo, polêmico. C. Reinach, o scrum-half dos Sharks encontra um “buraco” para chegar à linha, atira-se para a área de validação esbarrando a bola contra o poste … no processo, acerta, também, com a oval no pé de Siya Kolisi, o asa dos Stormers. Na dúvida se a bola tinha atingido a base de um dos postes, o juiz do encontro, Mike Fraser, pede apoio a Marius Jonker (TMO)… e qual foi a decisão? Amarelo para Kolisi e try de penalidade para os Sharks. Ninguém conseguiu perceber a decisão da equipe de arbitragem que nem com as imagens chegou a um veredicto, minimamente consensual. Esta decisão penalizou os Stormers, que teve dificuldades em voltar ao controlo territorial, apostando na “arte” do pontapé. À entrada para os 5 minutos finais, só um “rasgo” de um dos gênios de uma das equipas poderia resultar em pontos… para a infelicidade da equipe da casa, foi JP Pietersen, o ponta Springbok dos Sharks, a meter a linha defensiva dos Stormers no “bolso”, dando o try ao outro Pietersen, o médio de abertura para fechar o encontro.

 

Um jogo entre sul-africanos, repleto de polêmica, que estragou, em parte a boa disputa que se assistiu na Cidade do Cabo. W. Le Roux continua a gozar de uma boa forma, importante para garantir a vitória dos seus Sharks, já que percorreu quase cem metros com a bola nas mãos (12 carries); Marcell Coetzee (Sharks), internacional Springbok, averba o título de “placador” da tarde, com 17 tackles somando ainda 3 turnovers. Parece-nos que para além dos Brumbies, Highlanders, Chiefs, os Sharks são outro dos candidatos às meias-finais do Super Rugby… mas ainda falta tanto para esse momento.

 

Super Rugby logo

Super Rugby – Liga de Argentina, África do Sul, Austrália, Nova Zelândia e Japão

Blues 19 x 23 Hurricanes

Force 14 x 31 Brumbies

Highlanders 34 x 15 Lions

Rebels 25 x 23 Reds

Sunwolves 31 x 32 Cheetahs

Kings 24 x 58 Chiefs

Stormers 13 x 18 Sharks

 

Equipe Conferência* País Cidade Jogos Pontos
Grupo Australásia
Hurricanes Neozelandesa Nova Zelândia Wellington 15 53
Highlanders Neozelandesa Nova Zelândia Dunedin 15 52
Chiefs Neozelandesa Nova Zelândia Hamilton 15 51
Crusaders Neozelandesa Nova Zelândia Christchurch 15 50
Brumbies Australiana Austrália Canberra 15 43
Waratahs Australiana Austrália Sydney 15 40
Blues Neozelandesa Nova Zelândia Auckland 15 39
Rebels Australiana Austrália Melbourne 15 31
Reds Australiana Austrália Brisbane 15 17
Force Australiana Austrália Perth 15 13
Grupo África do Sul
Lions África 2 África do Sul Joanesburgo 15 52
Stormers África 1 África do Sul Cidade do Cabo 15 51
Sharks África 2 África do Sul Durban 15 43
Bulls África 1 África do Sul Pretória 15 42
Jaguares África 2 Argentina Buenos Aires 15 22
Cheetahs África 1 África do Sul Bloemfontein 15 21
Kings África 2 África do Sul Porto Elizabeth 15 09
Sunwolves África 1 Japão Tóquio 15 09

– Vitória = 4 pontos;
– Empate = 2 pontos;
– Derrota = 0 pontos;
– Vencer marcando 3 ou mais tries que o oponente = 1 ponto extra;
– Perder por diferença de 7 pontos ou menos = 1 ponto extra;

Classificam-se às quartas de final:
– o 1º colocado de cada uma das 4 conferências*;
– mais três equipes de melhor campanha no Grupo Australásia;
– mais a equipe de melhor campanha no Grupo África do Sul;

 
Escrito por: Francisco Isaac
Foto: Sharks x Stormers, SuperRugby.com

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