Prévias do fim de semana: Six Nations e Campeonato das Américas!

Esfregue as mãos, pois neste fim de semana começam o Six Nations, o Europeu de Nações e o Campeonato das Américas! Vamos passar o olho por cada um dos 9 jogos do fim de semana?

 

França e Itália buscam renascer

O Six Nations será aberto por duas seleções em baixa, mas com uma história recente rica para seus confrontos. O único jogo sem anglófonos da competição opõe França e Itália em Paris. O favoritismo é francês, pelo elenco dos Bleus e pelo ânimo que a chegada do novo treinador traz. Na verdade, a estreia de Guy Novès no XV de France não poderia ter adversário melhor, pois a vitória é essencial para os franceses reencontrarem seu rumo. Novès buscou dar continuidade a setores que não vinham decepcionando, como a primeira e a terceira linhas, apostando na liderança de Guirado como novo capitão. O teste do ascendente Jedrasiak na segunda linha parece de antemão um acerto, pela boa forma do atleta no Clermont. A outra novidade no pack é Lauret, que também faz boa temporada com o Racing.

 

Na linha, a celeuma do abertura segue e é Plisson, pela temporada que fez com o Stade Français, o escolhido, apesar de o momento não ser dos melhores. A pressão cairá sobre o atleta de 24 anos, mas Novès sabe que para reconstruir a França é preciso um abertura jovem, que possa encontrar seu caminho. Plisson jogará ao lado de Bézy, do Toulouse, outro jovem de 24 anos, e mais um teste de Novès para uma posição tão polêmica. Nos centros, Danty, do Stade Français, é outra aposta de juventude para atuar ao lado de Fickou. A saída de bola rápida e potente é o que procura a França com essa combinação. E nas pontas a combinação de Bonneval com Vakatawa alia potência de um lado e agilidade do outro, isto é, recursos distintos em cada lado do campo. Mas, com a 15, a opção foi pela experiência, o homem de confiança do Toulouse e de Novès, Maxime Médard.

 

A Itália, por sua vez, tem muito a se reconstruir. Jacques Brunel segue no comando da esquadra, e ainda se vale da experiência de homens como Parisse, Zanni e Cittadini para liderar a equipe. Mas, a palavra de ordem para Brunel é renovar e ele mudou metade do elenco da última partida da Copa do Mundo. Enquanto da Itália sempre se espera força no pack e nas formações, ainda mais com Parisse no comando, os olhos estão em algumas das escolhas da linha, como Odiete e Bellini, nas camisas 15 e 11, que sequer jogam o PRO12 (atuando hoje no Mogliano e no Petrarca, do Eccellenza) e Carlo Canna, que faz grande temporada no Zebre e promete dar ar novo à massacrada 10 italiana. Mas no pack há renovação também, com o pilar Lovotti e o hooker Gega sendo testados e uma nova segunda linha de Biagi e Fuser.

 

Favoritismo é francês, mas a instabilidade emocional dos Galos e o histórico recente de duas vitórias italianas sobre os franceses nos últimos sete anos garantem esperanças aos Azzurri. O jogo vale o carismático Troféu Giuseppe Garibaldi.

 

Uma Calcutta Cup com estilo

O segundo jogo do Six Nations opõe os eternos rivais da Escócia e da Inglaterra, o duelo mais antigo do rugby mundial. Há muito tempo que a Escócia não entrava um torneio europeu com pinta de uma das favoritas e a estreia não podia ser melhor, enfrentando a rival Inglaterra em casa. Sobretudo após o fracasso inglês na Copa do Mundo.

 

A Escócia brilhou no Mundial com sua linha incisiva e Vern Cotter apostou na continuidade do trabalho realizado em 2015. A formação da linha com Laidlaw, Russell, Seymour, Scott, Bennett, Maitland e Hogg é praticamente o que de melhor pode colocar em campo o Cardo e a expectativa é alta para um rugby solto dos azuis que, por outro lado, têm ainda muito a melhor nas formações, que mostraram fragilidade no Mundial. A presença dos irmãos Gray jogando juntos na segunda linha poderá fazer a diferença na Calcutta Cup.

 

Do lado inglês, a euforia pela chegada do técnico Eddie Jones ainda não passou, com a esperança de grandes mudanças ainda no ar. Porém, a primeira escalação do novo comandante é bem ortodoxa, mantendo, na verdade, a base do time que afundou na Copa do Mundo. A aposta em colocar juntos Ford e Farrell, com Care de scrum-half, gera grande expectativa, mas o fator pressão ainda está sob os três. Porém, Mike Brown segue liderando a linha e ninguém questiona as escolhas para as pontas e o segundo centro, com Watson, Joseph e Nowell. Na terceira linha, a ausência de Waldrom em favor da aposta em Vunipola foi confirmada e gera discussão, mas a expectativa da torcida é de um grande torneio de Haskell, que pode ser instrumental para os ingleses se imporem sobre os escoceses no breakdown. Launchbury garantirá uma bela batalha nas segundas linhas contra os irmãos Gray, ao passo que o hooker Hartley é o dono do fardo de capitão. Como ele irá agir? É a pergunta hoje na Inglaterra. Elenco  por elenco, a Inglaterra está ainda acima, mas o mando de jogo escocês e o momento vivido pelos azuis equilibra tudo. Expectativa é o que não falta.

 

A Escócia não vence a Inglaterra desde 2008 e o histórico recente pesa contra o Cardo. Até hoje, na Calcutta Cup, disputada entre os vizinhos desde 1871, foram 69 títulos ingleses e 49 títulos escoceses, com 14 empates. Veremos a 70ª vitória inglesa ou a 40ª vitória escocesa? Aguardai!

 

Domingão celta

No domingo, Irlanda e Gales entrarão em campo em Dublin, em jogo com situações bem distintas. Enquanto a Irlanda, atual bicampeã do Six Nations, lamenta o fracasso na Copa do Mundo e a crise de suas províncias, Gales comemora, após um Mundial decente, o fato de poder contar com um elenco com menos problemas de lesão.

 

O mando de jogo, claro, favorece o Trevo, que precisa buscar a confiança perdida. A liderança de Paul O’Connell já não é uma arma dos Verdes, que agora têm Rory Best de capitão. Sean O’Brien foi cortado por lesão, e quem ganhou a vaga foi o sul-africano CJ Stander. A dupla Muray e Sexton segue no comando das ações, com a linha tendo ainda o retorno de Trimble, mas lamentando a ausência do lesionado Rob Kearney. Nome a nome, o time de Joe Schmidt é forte, mas a confiança é baixa do lado verde. Mais do que nunca, estará na habilidade do técnico vencedor em montar um esquema tático perfeito e dar confiança a seus jogadores que residirá a força irlandesa.

 

Gales, por sua vez, tem um ambiente melhor. Depois de seu elenco se superar em meio às lesões na Copa do Mundo – e algumas ausências seguem, como Leigh Halfpenny – Warren Gatland colocará em campo um time galês que mescla juventude e experiência, primando pelo aspecto físico, pois o comandante sabe que o pack irlandês segue muito forte e iárá impor grande pressão nos Dragões. A terceira linha galesa segue excelente e parece hoje um pouco acima da irlandesa, com Faletau, Warburton e Tipuric, enquanto a segunda linha conta com a fortaleza de Alun Wyn Jones, que terá dificuldades contra o gigante Devin Toner, é verdade, mas está em forma exuberante, ainda mais com Charteris de parceiro. A dupla de 9 e 10, Gareth Davies e Dan Biggar, está em melhor forma que a dupla irlandesa, que vem sofrendo no PRO12 e Champions Cup além da conta. E a volta da dupla Jamie Roberts e Jonathan Davies dará uma solidez extra à dupla de centros vermelha.

 

Favoritismo? No papel, é galês, mas com o mando de jogo e o ego ferido, a Irlanda impõe um empate técnico. Quem sobreviver estará na briga direta pelo título.

 

Campeonato das Américas e Europeu de Nações

Nos demais jogos na Europa, os favoritos têm nome. Mesmo muita renovada, apostando em atletas que jogaram o último Mundial Junior, a Geórgia recebe a ascendente Alemanha, que vem de boas atuações contra o Brasil e pela Challenge Cup, mostrando evolução. Porém, os recursos dos Lelos são muito mais vastos e, além da superioridade no pack, a Geórgia está evoluindo no jogo de mãos e não será surpresa alguns tries saíram na velocidade da linha.

 

A Romênia, por sua vez, pega o combalido time português. O favoritismo é todo dos romenos, mas Portugal sabe que sair da Transilvânia com um bônus já seria uma enorme ajuda na luta contra o rebaixamento. Por fim, a Rússia recebe a Espanha, no jogo mais parelho de todos. Os dois times mostram clara evolução e têm um jogo aberto e envolvente na linha, mas a vantagem russa no jogo de contato pode fazer a diferença.

 

No Campeonato das Américas, o Uruguai viaja ao Canadá para o jogo mais importante dos Teros. Sim, mais importante, pois o Canadá jogará com um elenco basicamente de atletas que atuam no rugby canadenses e é claramente a terceira força do torneio. O objetivo dos Teros é surpreender e o objetivo é plausível, mesmo sem Sagario, Berchesi ou Ormaechea, que atiam no exterior e não foram chamados. O time uruguaio é a melhor combinação de atletas que atuam no rugby doméstico, com muita força no pack – o que faltou ao Canadá na Copa do Mundo. O time canadense tem a vantagem por jogar em casa, e conta com nomes experiência no pack, como o pilar Buydens, aliado a jovens promessas, como Ciulini e Rumball, da seleção M20, e a linha é muito perigosa, com McRorie e Phil Mackenzie se destacando.

 

Já o duelo entre EUA e Argentina pode ser ainda mais equilibrado, uma vez que os argentinos irão a campo com um time muito jovem, mas talentoso, cheio de Pumitas e ex Pumitas recentes, mas com muita sede por um lugar no Super Rugby nas próximas temporadas. Mesmo não sendo o time principal argentino, o perigo parece ser ainda maior para os adversários pela vontade de provação dos atletas argentinos. Olho no capitão Rodrigo Báez, que já tem contrato com os Jaguares, e na jovem dupla de 9 e 10, Miotti e Bertranou. Para os EUA, por outro lado, o time que irá a campo mescla experiência de atletas que jogam no exterior, como Ngwenya e Scully, com atletas que já pensam no lançamento do PRO Rugby no país. Todd Clever é a grande novidade para liderar o time em seu retorno às Águias. Fisicamente, o time dos EUA é poderoso, resta saber se terá a confiança necessária e talento bastante para superar os jovens argentinos.

 

Brasil e Chile ainda não tiveram suas escalações de 1 a 23 confirmadas e falaremos de ambos em outro artigo assim que tivermos as listas finais.

 

*Horários de Brasília

Sábado, dia 06 de fevereiro

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08h00 – Geórgia x Alemanha, em Tbilisi – Europeu de Nações

Árbitro: Maxime Burlet (Bélgica)

 

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11h00 – Rússia x Espanha, em Sochi – Europeu de Nações

Árbitro: Luke Pearce (Inglaterra)

 

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12h25 – França x Itália, em Paris – Six Nations (Troféu Giuseppe Garibaldi) – ESPN+ e TV5 AO VIVO

Árbitro: JP Doyle (Inglaterra)

 

França: 15 Maxime Médard, 14 Hugo Bonneval, 13 Gaël Fickou, 12 Jonathan Danty, 11 Virimi Vakatawa, 10 Jules Plisson, 9 Sébastien Bezy, 8 Louis Picamoles, 7 Damien Chouly, 6 Wenceslas Lauret, 5 Yoann Maestri, 4 Paul Jedrasiak, 3 Rabah Slimani, 2 Guilhem Guirado (c), 1 Eddy Ben Arous.

Suplentes: 16 Camille Chat, 17 Uini Atonio, 18 Jefferson Poirot, 19 Alexandre Flanquart, 20 Yacouba Camara, 21 Maxime Machenaud, 22 Jean-Marc Doussain, 23 Maxime Mermoz.

 

Itália: 15 David Odiete, 14 Leonardo Sarto, 13 Michele Campagnaro, 12 Gonzalo Garcia, 11 Mattia Bellini, 10 Carlo Canna, 9 Edoardo Gori, 8 Sergio Parisse (c), 7 Alessandro Zanni, 6 Francesco Minto, 5 Marco Fuser, 4 George Fabio Biagi, 3 Lorenzo Cittadini, 2 Ornel Gega, 1 Andrea Lovotti.

Suplentes: 16 Davide Giazzon, 17 Matteo Zanusso, 18 Martin Castrogiovanni, 19 Valerio Bernabo, 20 Andries van Schalkwyk, 21 Guglielmo Palazzani, 22 Kelly Haimona, 23 Luke McLean.

 

Histórico: 38 jogos, 35 vitórias da França e 3 vitórias da Itália. Último jogo: França 32 x 10 Itália, em 2015 (Copa do Mundo)

 

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13h15 – Romênia x Portugal, em Cluj-Napoca – Europeu de Nações

Árbitro: Iñigo Atorrasagasti (Espanha)

 

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14h50 – Escócia x Inglaterra, em Edimburgo – Six Nations (Calcutta Cup) – ESPN AO VIVO

Árbitro: John Lacey (Irlanda)

 

Escócia: 15 Stuart Hogg, 14 Sean Maitland, 13 Mark Bennett, 12 Matt Scott, 11 Tommy Seymour, 10 Finn Russell, 9 Greig Laidlaw (c), 8 David Denton, 7 John Hardie, 6 John Barclay, 5 Jonny Gray, 4 Richie Gray, 3 Willem Nel, 2 Ross Ford, 1 Alasdair Dickinson.

Suplentes: 16 Stuart McInally, 17 Gordon Reid, 18 Zander Fagerson, 19 Tim Swinson, 20 Blair Cowan, 21 Sam Hidalgo-Clyne, 22 Duncan Weir, 23 Duncan Taylor.

 

Inglaterra: 15 Mike Brown, 14 Anthony Watson, 13 Jonathan Joseph, 12 Owen Farrell, 11 Jack Nowell, 10 George Ford, 9 Danny Care, 8 Billy Vunipola, 7 James Haskell, 6 Chris Robshaw, 5 George Kruis, 4 Joe Launchbury, 3 Dan Cole, 2 Dylan Hartley (c), 1 Joe Marler

Suplentes: 16 Jamie George, 17 Mako Vunipola, 18 Paul Hill, 19 Courtney Lawes, 20 Jack Clifford, 21 Ben Youngs, 22 Alex Goode, 23 Ollie Devoto.

 

Histórico: 133 jogos, 73 vitórias da Inglaterra, 18 empates e 42 vitórias da Escócia. Último jogo: Inglaterra 25 x 13 Escócia, em 2015 (Six Nations)

 

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19h00 – Chile x Brasil, em Santiago – Campeonato das Américas

Árbitro: Joaquin Montes (Uruguai)
 

Chile: 15 Leonardo Montoya, 14 José Ignacio Larenas, 13 Matías Nordenflycht, 12 Francisco de la Fuente, 11 Italo Zunino, 10 Cristián Onetto, 9 Beltrán Vergara, 8 Benjamín Soto (c), 7 Javier Richard, 6 Cristóbal Niedmann, 5 Matías Cabrera, 4 Nikola Bursic, 3 Sergio de la Fuente, 2 Rodrigo Moya, 1 José Ramón Ayarza.

Suplentes: 16 Tomás Dussaillant, 17 Claudio Zamorano, 18 Luis Sepúlveda, 19 Raimundo Piwonka, 20 Ignacio Silva, 21 Juan Pablo Perrotta, 22 Pablo Casas, 23 Matías Contreras.

 
Brasil: 15 Daniel Sancery (Albi, França), 14 Stefano Giantorno (San Luis, Argentina), 13 Felipe Sancery (Albi, França), 12 Moisés Duque (São José), 11 Lucas Tranquez “Zé” (SPAC), 10 David Harvey (NSW Country Eagles, Austrália), 9 Beukes Cremer (Pasteur), 8 Nick Smith (SPAC), 7 João Luiz da Ros “Ige” (Desterro), 6 Mak Jackson “Wacko” (Desterro), 5 Luiz Gustavo Vieira “Monstro” (Oyonnax, França), 4 Lucas Piero “Bruxinho” (Desterro), 3 Jardel Vettorato (San Diego), 2 Daniel Danielewicz “Nativo” (Desterro), 1 Wilton Rebolo “Nelson” (São José).

Suplentes: 16 Yan Rosetti (CUBA, Argentina), 17 Lucas Abud (SPAC), 18 Vitor Ancina (Curitiba), 19 Felipe Tissot (Curitiba), 20 Arthur Bergo (SPAC), 21 Martin Schaefer (SPAC), 22 Lucas Duque “Tanque” (São José), 23 Laurent Bourda-Couhet (Band Saracens).

 
Histórico: 21 jogos, 19 vitórias do Chile, 1 empate e 1 vitória do Brasil. Último jogo: Chile 32 x 3 Brasil, em 2015 (Sul-Americano)

 

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22h00 – Canadá x Uruguai, em Langford – Campeonato das Américas

Árbitro: Juan Sylvestre (Argentina)

 

Canadá: 1 Hubert Buydens (c) 2 Ray Barkwill 3 Jake Ilnicki 4 Paul Ciulini 5 Callum Morrison 6 Kyle Gilmour 7 Lucas Rumball 8 Clay Panga 9 Gordon McRorie 10 Gradyn Bowd 11 Dan Moor 12 Nick Blevins 13 Mozac Samson 14 Phil Mackenzie 15 Patrick Parfrey

Suplentes: 16 Eric Howard 17 Djustice Sears-Duru 18 Rob Brouwer 19 Kyle Baillie 20 Alistair Clark 21 Mike Hamson 22 Andrew Ferguson 23 Duncan Maguire

 

Uruguai: 1 Mateo Sanguinetti 2 Carlos Arboleya 3 Juan Echeverría 4 Diego Magno 5 Franco Lamanna 6 Juan Manuel Gaminara (c) 7 Matías Beer 8 Alejandro Nieto 9 Guillermo Lijtenstein 10 Rodrigo Silva 11 Gastón Mieres 12 Alberto Román 13 Andrés Vilaseca 14 Leandro Leivas 15 Santiago Martinez

16 Germán Kessler 17 Facundo Gattas 18 Rafaél Mones 19 Rodolfo De Mula 20 Mathias Palomeque 21 Gonzalo Soto 22 Santiago Arata 23 Pedro Deal

 

Histórico: 8 jogos, 7 vitórias do Canadá e 1 vitória do Uruguai. Último jogo: Canadá 48 x 6 Uruguai, em 2010 (amistoso)

 

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23h10 – Estados Unidos x Argentina, em Houston – Campeonato das Américas – ESPN+ AO VIVO

Árbitro: Chris Assmus (Canadá)

 

Estados Unidos: 1 Eric Fry, 2 Joe Taufete’e, 3 Chris Baumann, 4 Brodie Orth, 5 Greg Peterson, 6 Cam Dolan, 7 Todd Clever, 8 David Tameilau, 9 Niku Kruger, 10 James Bird, 11 Kingsley McGowan, 12 Lemoto Filikitonga, 13 Chad London, 14 Taku Ngwenya, 15 Blaine Scully

Suplentes: 16 Mike Sosene-Feagai, 17 Ollie Kilifi, 18 James Hilterbrand, 19 Ben Landry, 20 Alec Gletzer, 21 JP Eloff, 22 Mike Te’o, 23 Jake Anderson.

 

Argentina: 1- Roberto Tejerizo, 2- Santiago Iglesias, 3- Felipe Arregui; 4- Marcos Kremer, 5- Ignacio Larrague; 6-Rodrigo Báez (c), 7- Lautaro Bavaro, 8- Santiago Montagner; 9- Gonzalo Bertranou, 10- Domingo Miotti; 11- Tomás Carrió, 12- Joaquín Paz, 13- Juan Cappiello, 14- Matías Orlando; 15- Ramiro Moyano.
Suplentes: 16- Franco Brarda, 17- Gaspar Baldunciel, 18- Cristian Bartoloni, 19- Pedro Ortega, 20- José Deheza, 21- Lautaro Bazán Vélez, 22- Juan Novillo, 23- Juan Pablo Estellés.

 

Histórico: 9 jogos oficiais, 9 vitórias da Argentina. Último jogo: Estados Unidos 30 x 34 Argentina, em 2005 (amistoso)

 

Domingo, dia 07 de fevereiro

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13h00 – Irlanda x Gales, em Dublin – Six Nations – WATCH ESPN AO VIVO / ESPN+ em VT, segunda, 20h15

Árbitro: Jérôme Garcès (França)

 

Irlanda: 15 Simon Zebo, 14 Andrew Trimble, 13 Jared Payne, 12 Robbie Henshaw, 11 Keith Earls, 10 Jonny Sexton, 9 Conor Muray, 8 Jamie Heaslip, 7 Tommy O’Donnell, 6 CJ Stander, 5 Devin Toner, 4 Mike McCarthy, 3 Nathan White, 2 Rory Best (c), 1 Jack McGrath.

Suplentes: 16 Sean Cronin, 17 James Cronin, 18 Tadhg Furlong, 19 Donnacha Ryan, 20 Rhys Ruddock, 21 Kieran Marmion, 22 Ian Madigan, 23 Dave Kearney.

 

Gales: 15 Gareth Anscombe, 14 George North, 13 Jonathan Davies, 12 Jamie Roberts, 11 Tom James, 10 Dan Biggar, 9 Gareth Davies, 8 Taulupe Faletau, 7 Justin Tipuric, 6 Sam Warburton (c), 5 Alun-Wyn Jones, 4 Luke Charteris, 3 Samson Lee, 2 Scott Baldwin, 1 Rob Evans.

Suplentes: 16 Ken Owens, 17 Gethin Jenkins, 18 Tomas Francis, 19 Bradley Davies, 20 Dan Lydiate, 21 Lloyd Williams, 22 Rhys Priestland, 23 Alex Cuthbert.

 

Histórico: 123 jogos, 67 vitórias de Gales, 6 empates e 50 vitórias da Irlanda. Último jogo: Irlanda 10 x 16 Gales, em 2015 (amistoso).

 

AFP PHOTO / GABRIEL BOUYS

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