Um torneio tradicional e completamente novo. Esse é o novo Guinness PRO14, expandido para além da Europa. A competição criada em 2001 como Liga Celta envolvendo equipes de Irlanda, Gales e Escócia foi expandida em 2010 para a Itália, virando o PRO12. Agora, em 2017, a expansão foi para a África do Sul, com as entradas na liga de Cheetahs e Kings, excluídos do Super Rugby, mas mais ambiciosos do que nunca.

Uma das três grandes ligas europeias, o PRO14 entrará em sua nova era transcontinental com formato também totalmente novo:

  • 14 participantes com o mesmo número de rodadas da temporada passada (24 jogos para um time ser campeão);
  • 2 grupos com 7 times cada, com 2 times irlandeses, 2 galeses, 1 escocês, 1 italiano e 1 sul-africano em cada chave;
  • Cada equipes fará 21 jogos na temporada regular. Cada equipes jogará duas vezes contra cada oponente de seu grupo e 1 vez contra os oponentes do outro grupo. Haverá ainda mais 2 rodadas extras de clássicos nacionais;
  • As equipes jogarão 10 ou 11 jogos em casa na temporada regular. Quem jogar 10 jogos em casa em 2017-18 jogará 11 jogos em casa em 2018-19, com o formato sendo mantido;
  • Com as rodadas extras de clássicos os dois times galeses e os dois times irlandeses de um grupo acabarão jogando 2 vezes contra os dois galeses e os dois irlandeses do outro grupo, respectivamente;
  • Já os times escoceses, os times italianos e os times sul-africanos enfrentarão um total de 3 vezes seus rivais locais (fazendo as 2 rodadas de clássicos extras contra o mesmo oponente);
  • Os 3 primeiros colocados de cada grupo avançarão ao mata-mata. Os campeões de cada grupo estarão garantidos diretamente nas semifinais, ao passo que os segundos e terceiros colocados jogarão a repescagem de qualificação para as semifinais;
  • Os 3 primeiros colocados de cada grupo e o 4º colocado com melhor campanha se classificarão para a Copa Europeia, a Champions Cup, de 2018-19. Cheetahs e Kings não concorrerão às vagas na Copa Europeia e não haverá mais a obrigação de ter ao menos um time de cada país da liga classificado à Copa Europeia (isto é, não há mais vaga garantida para os italianos);
  • Grupo A: Ospreys (Gales), Cardiff Blues (Gales), Munster (Irlanda), Connacht (Irlanda), Glasgow Warriors (Escócia), Zebre (Itália) e Cheetahs (África do Sul);
  • Grupo B: Scarlets (Gales), Dragons (Gales), Leinster (Irlanda), Ulster (Irlanda), Edinburgh (Escócia), Benetton Treviso (Itália) e Kings (África do Sul);

 

O que esperar da competição?

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A maioria dos times investiu pouco para a temporada, mas alguns nomes de peso desembarcarão na liga, como o australiano Christian Lealiifano, novo reforço do Ulster, o galês Leigh Halfpenny, novo astro do Scarlets, o australiano Scott Frady e o neozelandês John Lowe, novas apostas do Leinster.

Na temporada passada, o Scarlets surpreendeu a todos com um mata-mata exuberante para alcançar um titulo que não vinha desde 2004, provando que a liga é imprevisível. Os últimos três campeões, contanto o Glasgow em 2015 e o Connacht em 2016, não eram os maiores favoritos antes do início das temporadas nas quais eles triunfaram, o que deixa o PRO14 em aberto. No papel, Leinster, Munster e Ospreys, gigantes do torneio, seguem sempre entre os maiores candidatos, assim como o Glasgow Warriors, mais forte ainda neste ano. O Ulster, que amarga longo jejum, segue correndo por fora, ao passo que os dois sul-africanos, Cheetahs e Kings, desde já devem ser vistos com atenção também correndo por fora. Os Kings fizeram um Super Rugby superior aos Cheetahs, mas perderam mais atletas importantes ao final da campanha.

 

1ª rodada

01/09 – Ospreys x Zebre

01/09 – Munster x Treviso

01/09 – Cardiff Blues x Edinburgh

01/09 – Ulster x Cheetahs

02/09 – Dragons x Leinster

02/09 – Scarlets x Kings

02/09 – Connacht x Glasgow Warriors

 

GRUPO A

Cardiff Blues

Cardiff Blues

País: Gales

Cidade principal: Cardiff

Estádio principal: Cardiff Arms Park (12.500 lugares)

Títulos: 1 título da Challenge Cup (2010) e 1 título da Copa Anglo-Galesa (2009);

2016-17: 7º lugar

Maiores perdas: Cory Allen (para o Ospreys);

Maiores reforços: sem grandes reforços;

2017-18: O Cardiff Blues é um gigante adormecido que não parece pronto para despertar. O clube da capital galesa segue fazendo campanhas desapontadoras nos últimos anos e não tem nenhum indício de que melhorará para 2017-18. No momento, os problemas dos Blues são extra campo, com a franquia passando por dificuldades financeiras mas rejeitando ser colocada sob administração da União Galesa de Rugby. A pressão por melhoras nunca esteve tão grande;

 

Cheetahs Rugby

País: África do Sul

Cidade principal: Bloemfontein

Estádio principal: Free State Stadium (46.000 lugares)

Títulos: 0 internacionais

2016-17: não participou

Maiores perdas: Boom Prinsloo (para o Bulls), Raymond Rhule (para o Stormers);

Maiores reforços: Makazole Mapimpi (sul-africano, ex Kings), Malcolm Jaer (sul-africano, ex Kings);

2017-18: Um dos novatos da liga, o Cheetahs é talvez o mais capaz entre os sul-africanos de impressionar. Atual campeão da Currie Cup sul-africana, o Cheetahs tem uma canteira de valor, sempre revelando ótimos talentos, e foram capazes de manter a base do elenco do Super Rugby, com Uzair Cassiem e Oupa Mohoje garantidos no PRO14. Mas as dúvidas são enormes, com tempo de descanso muito pequeno para o elenco desde o fim do Super Rugby e muitas longas viagens pela frente. Um desafio e tanto está diante do time de Free State;

 

Connacht badge

Connacht Rugby

País: Irlanda

Cidade principal: Galway

Estádio principal: Galway Sportsground (7.500 lugares)

Títulos: 1 título do PRO14/12/Liga Celta (2016);

2016-17: 8º lugar

Maiores perdas: John Cooney (para o Ulster), Marnitz Boshoff (para o Bulls);

Maiores reforços: Jarrad Butler (australiano, ex Waratahs);

2017-18: O Connacht assombrou o mundo em 2016 faturando um inesperado título do PRO12, mas depois perdeu a magia e fez uma discreta temporada em 2016-17, que culminou com a perda da vaga na Champions Cup. O menor dos times galeses fez poucos reforços e não parece pronto para brigar de novo na parte de cima da tabela;

 

Glasgow Warriors

Glasgow Warriors

País: Escócia

Cidade principal: Glasgow

Estádio principal: Scotstoun Stadium (9.700 lugares)

Títulos: 1 título do PRO14/12/Liga Celta (2015);

2016-17: 6º lugar

Maiores perdas: Josh Strauss (para o Sale Sharks), Mark Bennett (para o Edinburgh), Gordon Reid (para o London Irish), Sila Puafisi (para o Brive), Nemia Kenatale (liberado), Sean Lamont (aposentado), Peter Murchie (aposentado);

Maiores reforços: Huw Jones (escocês, ex Stormers), Ruaridh Jackson (escocês, ex Harlequins), Calum Gibbins (neozelandês, ex Hurricanes), Lelia Masaga (neozelandês, ex Waikato Chiefs), Samuela Vunisa (italiano, ex Saracens), Siosiua Halanukonuka (tonganês, ex Highlanders), Olie Kebble (sul-africano, ex Stormers);

2017-18: Mais fortes time escocês, o Glasgow Warriors segue entre os favoritos ao título, tendo perdido nomes importantes, como Josh Strauss e Mark Bennett, mas conseguiu contratar bons jogadores, como Huw Jone, Calum Gibbins, entre outros. A última temporada não foi a melhor para os Warriors, mas a volta aos playoffs é a missão mínima agora;

 

Munster copiar

Munster Rugby

País: Irlanda

Cidades principais: Limerick e Cork

Estádios: Thomond Park (25.600 lugares), em Limerick / Musgrave Park (9.200 lugares), em Cork

Títulos: 2 títulos da Copa Europeia (2006 e 2008) e 3 títulos do PRO14/12/Liga Celta (2003, 2009 e 2011);

2016-17: Vice campeão – 1º lugar na temporada regular

Maiores perdas: Donnacha Ryan (para o Racing), Francis Saili (para o Harlequins), Dave Foley (para o Pau), Marck Chisholm (aposentado);

Maiores reforços: JJ Hanrahan (irlandês, ex Northampton), Chris Farrell (irlandês, ex Grenoble), Gerbrandt Grobler (sul-africano, ex Racing);

2017-18: O Munster foi do luto à gloria na temporada passada, mas acabou decepcionado e de mãos vazias com a derrota na final do PRO12 para os Scarlets. Os irlandeses seguem fortes na perseguição ao título e pouco mexeram em seu elenco. O técnico Rassie Erasmus terá tempo agora desde o início para planejar seu time para a temporada;

 

Ospreys

Ospreys

País: Gales

Cidade principal: Swansea

Estádio principal: Liberty Stadium (20.750 lugares)

Títulos: 4 títulos do PRO14/12/Liga Celta (2005, 2007, 2010 e 2012) e 1 Copa Anglo-Galesa (2008);

2016-17: Semifinalista – 4º lugar na temporada regular

Maiores perdas: Sam Underhill (para o Bath), Josh Matavesi (para o Newcastle), Tyler Ardron (para o Waikato Chiefs);

Maiores reforços: James Hook (galês, ex Gloucester), Cory Allen (galês, ex Cardiff Blues), Brian Mujati (sul-africano, ex Sale Sharks);

2017-18: Outro gigante celta, o Ospreys manteve a base do time semifinalista em 2016-17 e deve correr por fora na busca pela taça. O time galês perdeu Sam Underhill, mas trouxe a experiência de James Hook e Cory Allen, que, sob a liderança de Alun Wyn Jones, prometem dar solidez à esquadra de Swansea, que tem camisa e força de chegada. De novo, no entanto, o maior desafio para o Ospreys segue sendo o seu costumeiramente fraco desempenho na Champions Cup;

 

zebre logo

Zebre Rugby Club

País: Itália

Cidade principal: Parma

Estádio principal: Stadio XXV Aprile (3.500 lugares)

Títulos: 0

2016-17: 12º lugar

Maiores perdas: Dries van Schalkwyk (para o Kings), Edoardo Padovani (para o Toulon), Joshua Furno (para o Otago), Kurt Baker (para o Manawatu), Bruno Postiglione (liberado), Quintin Geldenhuys (aposentado);

Maiores reforços: Sami Panico (italiano, ex Calvisano);

2017-18: O Zebre foi à falência neste ano e teve que ser remodelado pela Federação Italiana, nova dona da equipe. A equipe perdeu muitos nomes importantes e parece fadada a ser o pior time da liga mais uma vez;

 

GRUPO B

Treviso copy

Benetton Rugby Treviso

País: Itália

Cidade principal: Treviso

Estádio principal: Stadio Comunale di Monigo (6.700 lugares)

Títulos: 0 títulos celtas ou europeus

2016-17: 10º lugar

Maiores perdas: Luke McLean (para o London Irish), Filo Paulo (para o London Irish), David Odiete (para o Rovigo), Davide Giazzon (para o Mogliano), Andrea Pratichetti (para o San Donà);

Maiores reforços: Marty Banks (neozelandês, ex Highlanders), Nasi Manu (neozelandês, ex Edinburgh), Whetu Douglas (neozelandês, ex Crusaders);

2017-18: A ordem em Treviso foi fazer contratações internacionais para tentar afastar o time da última colocação. Treviso trouxe os neozelandeses Marty Banks e Nasi Manu, que parecem bons reforços para a equipe. Mas, o rugby italiano nunca tem muito a comemorar e muito trabalho está pela frente para o time da Benetton não acabar no último lugar da chave;

 

Newport Gwent Dragons

País: Gales

Cidade principal: Newport

Estádio principal: Rodney Parade (11.600 lugares)

Títulos: 0

2016-17: 11º lugar

Maiores perdas: Tom Prydie (para o Scarlets);

Maiores reforços: Zane Kirchner (sul-africano, ex Leinster) e Gavin Henson (galês, ex Bristol);

2017-18: O Dragons conseguiu a proeza na temporada passada de acabar atrás do Treviso e teve que passar à administração da União Galesa de Rugby para não ter as portas fechadas. O time de Newport é o pior galês no papel, mas conseguiu duas contratações importantes para 2017-18 que poderão dar fôlego novo ao time: Zane Kirchner e Gavin Henson. Será que “agora vai”?;

 

Edinburgh

Edinburgh Rugby

País: Escócia

Cidade principal: Edimburgo

Estádios: New Myreside (5.500 lugares)

2016-17: 9º lugar

Maiores perdas: Nasi Manu (para o Treviso);

Maiores reforços: Mark Bennett (escocês, ex Glasgow), Robbie Fruean (neozelandês, ex Bath);

2017-18: Edinburgh vem sendo a grande decepção do rugby escocês, com uma sequência de campanha fraquíssimas e sempre na sombra de Glasgow. O time da capital, no entanto, teve mudanças importantes, contratando o técnico inglês Richard Cockeril, que fez história com o Leicester Tigers, e apresentando casa nova, o pequeno e remodelo estádio de Myreside, que promete ser sua nova panela de pressão, mais aconchegante e intimidador que o enorme e sempre vazio Murrayfield. As contratações de Robbie Fruean e Mark Bennett ainda inflam o otimismo dos Gunners que poderão surpreender positivamente;

 

Southern Kings

País: África do Sul

Cidade principal: Port Elizabeth

Estádio principal: Nelson Mandela Bay Stadium (48.000 lugares)

Títulos: 0

2016-17: não participou

Maiores perdas: Makazole Mapimpi (para o Cheetahs), Lionel Cronje (para o Toyota Verblitz), Schalk van der Merwe (para o Ulster), Ross Geldenhuys (para o Sharks), Malcolm Jaer (para o Cheetahs);

Maiores reforços: Dries Van Schalkwyk (sul-africano/italiano, ex Zebre), Kurt Coleman (sul-africano, ex Stormers);

2017-18: Os Kings viveram em 2017 o melhor ano de sua história no Super Rugby, mostrando-se uma boa e competitiva equipe, com jovens e promissoras revelações. A equipe acabou, no entanto, excluída da liga e sofreu com um início de desmonte em seu elenco, antes de ter seu lugar no PRO14 confirmado. As perdas no elenco somadas ao pouco tempo de descanso dos atletas desde o fim do Super Rugby e à maratona de viagens que aguardam a equipe no PRO14 colocam um ponto de interrogação sobre os Kings, que poderão sofrer no ano de estreia no rugby europeu. Ainda assim, eles merecem atenções, pois têm potencial para surpreender positivamente outra vez;

 

Leinster

Leinster Rugby

País: Irlanda

Cidade principal: Dublin

Estádio principal: RDS Arena (18.500 lugares)

Títulos: 3 títulos da Copa Europeia (2009, 2011 e 2012), 1 título da Challenge Cup (2013) e 4 títulos do PRO14/12/Liga Celta (2002, 2008, 2013 e 2014);

2016-17: Semifinalista – 2º lugar na temporada regular

Maiores perdas: Zane Kirchner (para o Dragons), Dominic Ryan (para o Leicester Tigers) e Mike Ross (aposentado);

Maiores reforços: Scott Fardy (australiano, ex Brumbies), James Lowe (neozelandês, ex Chiefs);

2017-18: Desde que assumiu o comando do time mais vitorioso da Irlanda, Leo Cullen não teve maiores alegrias, sofrendo uma sequência de decepções. A poderosa equipe de Dublin não ganha nada desde 2014, mas segue com um ótimo elenco e como uma da grandes favoritas aos títulos do PRO14 e da Champions Cup. James Lowe e Scott Fardy foram importantes contratações dos Leões, que querem começar a nova liga com tudo;

 

Scarlets

Scarlets

País: Gales

Cidade principal: Llanelli

Estádio principal: Parc y Scarlets (14.870 lugares)

Títulos: 2 títulos do PRO14/12/Liga Celta (2004 e 2017);

2016-17: Campeão – 3º lugar na temporada regular

Maiores perdas: Liam Williams (para o Saracens), DTH van der Merwe (para o Newcastle), Gareth Owen (para o Leicester), Aled Thomas (aposentado);

Maiores reforços: Leigh Halfpenny (galês, ex Toulon), Tom Prydie (galês, ex Dragons);

2017-18: Poucos apostavam que os Scarlets emergeriam campeões celtas na temporada passada, mas o time de Llanelli cresceu e venceu o PRO12 para o delírio de uma região onde a ovalada é uma religião. A equipe vermelha perdeu dois dos astros da conquista, Liam Williams e DTH van der Merwe, mas o técnico Wayne Pivac comemorou a vinda do promissor Tom Prydie e de ninguém menos que Leigh Halfpenny, que busca voltar ao seu melhor agora de volta a Gales. Os Scarlets brigarão novamente no topo, mas já não são mais azarões. E essa nova responsabilidade sempre pesa;

 

Ulster copy copy

Ulster Rugby

País: Irlanda

Cidade principal: Belfast

Estádio principal: Ravenhill Stadium (13.500 lugares)

Títulos: 1 título da Copa Europeia (1999) e 1 título do PRO14/12/Liga Celta (2006)

2016-17: 5º lugar

Maiores perdas: Ruan Pienaar (para o Montpellier), Charles Piutau (para o Bristol), Roger Wilson (aposentado);

Maiores reforços: Christian Lealiifano (australiano, ex Brumbies), John Cooney (irlandês, ex Connacht), Schalk van der Merwe (sul-africano, ex Kings), Jean Deysel (sul-africano, ex Natal Sharks);

2017-18: O Ulster já passou dos 10 anos de jejum. O time da Irlanda do Norte viu nesse período todos os seus rivais irlandeses serem campeões e a pressão só aumentou em Belfast para que os outrora gloriosos White Knights voltem a cavalgar campeões. A equipe perdeu o líder Ruan Pienaar e o matador Charles Piutau, mas se reforçou com alguns bons nomes, entre eles o australiano Christian Lealiifano, que persegue uma nova fase na carreira após superar a leucemia. O Ulster corre de novo por fora pelo título, mas corre e bem estimulado pela alta rotatividade de campeões e pelas boas surpresas que a liga vem produzindo;

 

Lista de campeões da Liga Celta/PRO12 – desde 2001-02:

4 títulos – Leinster e Ospreys

3 títulos – Munster

2 títulos – Scarlets

1 título – Connacht, Glasgow Warriors e Ulster

 

Lista de títulos por país:

1 – Irlanda – 9 títulos

2 – Gales – 6 títulos

3 – Escócia – 1 título

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