Dyantyi jogando pelos Springboks contra os Wallabies. Foto: SA Rugby

Notícia importante nesta semana. A South Africa Rugby (a federação sul-africana) confirmou que não colocará mais regras para atletas que atuem no exterior defenderem os Springboks (a seleção do país).

Até 2018, um atleta que atuassem fora do rugby sul-africano só poderia defender a seleção caso já tivesse ao menos 30 jogos realizados pelos Springboks antes de ter migrado para fora do país.

Porém, a medida faz parte de uma nova estratégia da South Africa Rugby para reduzir a saída de talentos das equipes do país. Em substituição ao modelo dos 30 jogos, a entidade elaborará um ranking de atletas por posição e os atletas melhor ranqueados receberão remunerações maiores caso permaneçam nos times sul-africanos do Super Rugby ou PRO14.

A South Africa Rugby ainda avisou aos clubes europeus que fará questão de contar com seus atletas que atuam no continente por 14 semanas por ano, estipuladas pela Regulação 9 do World Rugby.

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Austrália não seguirá os passos da África do Sul

A Rugby Australia (a federação australiana), por sua vez, deixou claro que não mudará seu atual sistema. Hoje, um atleta que atue fora da Austrália só poderá defender os Wallabies (a seleção australiana) caso já tenha feito 60 jogos pelas seleção e passado ao menos 7 temporadas no Super Rugby.

A Nova Zeândia é a única que não abre brechas e não aceita convocar para os All Blacks atletas que atuem no exterior.