Super Rugby e Six Nations podem sofrer mudanças

Em entrevista à Agence France-Presse, o CEO da SANZAAR, Andy Marinos, afirmou que a entidade está aberta para estudar a expansão do Super Rugby e a alteração no atual sistema de disputas. De acordo com a Fairfax Media, a SANZAAR inclusive já contratou uma empresa de consultoria para auxiliá-la no planejamento a longo prazo para o Super Rugby.

 

Entretanto, Marinos deixou claro que alterações só poderão acontecer a partir de 2018, uma vez que 2017 já estaria muito em cima para a introdução de alguma nova equipe. Ou seja, as possibilidades estão abertas.

 

Mudança no calendário do Six Nations?

Na última semana foram também ventiladas as possibilidades de mudanças drásticas no calendário do Hemisfério Norte. Quem levantou a discussão foi a nova dupla de presidente e vice presidente do World Rugby, o inglês Bill Beaumont e o argentino Agustín Pichot, que alertaram para a necessidade de se criar um calendário global que melhor atenda às necessidades do rugby profissional.

 

Para os dois, uma mudança do Six Nations e fevereiro e março para abril e maio que as seleções europeias tivessem uma melhor preparação para a competição, sem precisarem jogar no meio da temporada de clubes – que, pelo novo modelo, teria seus campeonatos mais importantes terminando mais cedo. Mudança também poderia ocorrer com os amistosos de meio de ano sendo movidos de junho para julho ou agosto, para que o Super Rugby também não precise ser paralisado no meio de sua temporada. Para os dois, a mudança jogaria a favor das políticas de bem-estar dos atletas.

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