Foram já 3 duelos entre França e Nova Zelândia neste ano , com 3 vitórias dos All Blacks em casa. Foto: Phil Walter/Getty Images

Os amistosos de junho chegarão ao fim nesse sábado e a emoção promete demais, com 13 das 15 melhores seleções do planeta indo a campo. As séries Nova Zelândia-França, Austrália-Inglaterra e África do Sul-Inglaterra serão encerradas, enquanto Argentina e Escócia também medirão forças. Das grandes do mundo, somente Gales e Itália não jogarão.

 

Irlanda ou Austrália? A série em aberto

A única das séries de 3 partidas que está em aberto é entre Austrália e Irlanda, após uma vitória de cada lado. A última vitória foi da Irlanda, que mostrou por que é a campeã do Six Nations. Porém, o técnico Joe Schmidt fez muitas mudanças no time que irá a campo em Sydney. Jack McGrath e Sean Cronin entram na primeira linha verde, ao passo que Jack Conan entra de oitavo, no posto do asa lesionado Dan Leavy, com CJ Stander (que fora oitavo no jogo passado) e Peter O’Mahony fazendo as asas. Conor Murray e Jonny Sexton seguem de 9 e 10 e terão a companhia dos centros Bundee Aki, que entra no posto de Ringrose, e Robbie Henshaw. Atrás, a novidade é a volta do ponta Jacob Stockdale.

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Os Wallabies terão somente 2 trocas após a derrota em Melbourne. O jovem asa Lukhan Tui ganhou vaga entre os titulares, para fazer dupla com o capitão Michael Hooper e deslocando David Pocock para jogar de oitavo. Já o scrum-half Will Genia se lesionou e para sua vaga entrará Nick Phipps, para atuar ao lado do abertura Bernard Foley.

Muito se questionou sobre a decisão de Schmidt fazer experimentos na decisão da série, mas as maiores dúvidas estão sobre como a Austrália se comportará sem Genia, que vinha sendo jogador essencial para o time. Duelos particulares são muito aguardados, como Hooper-Stander, Folau-Kearney, Aki-Beale e Foley-Sexton, mas no papel os irlandeses levam o favoritismo. Hora dos Wallabies provarem que são time para brigar no topo do mundo.

Não há dúvidas de que o favoritismo será neozelandês, mas a França tem motivos para ter esperança e otimismo com sua evolução.

 

All Blacks e Les Bleus: será que haverá jogo sem polêmica?

A França evoluiu sob o comando do técnico Jacques Brunel, mas teve azar com o amarelo a Gabriellagues no primeiro jogo e o vermelho a Fall na segunda partida em momentos determinantes. A Nova Zelândia, por sua vez, venceu bem e deu a sensação de que poupou forças na reta final do último jogo – que teve a França dando trabalho mesmo com 14 homens.

Os dois times duelarão agora em Dunedin, com um jejum enorme contra a França, que não tem uma vitória sobre os All Blacks desde 2009. Sem Bastareaud, lesionado, Morgan Parra capitaneará os Bleus, que tiveram somente 2 mudanças no XV titular, ambas nos centros, com as entradas de Wesley Fofana e Remi Lamerat. Benjamin Fall, que teve seu vermelho anulado, foi confirmado com a camisa 15.

Para os All Blacks, Samuel Whitelock capitaneará um time bastante mudado por Steve Hansen, que optou por fazer testes no time. O asa Shannon Frizzell fará seu debut com a camisa preta, jogando ao lado de Ardie Savea, que voltou a ser titular. Com Beauden Barrett tirado de ação por concussão, o abertura será Damian McKenzie, sobre quem estarão os holofotes, ao passo que no centro debutará Jack Goodhue jogando ao lado de Sonny Bill Williams, de volta ao time. Mudanças atrás também, com Ben Smith voltando para fullback e Rieko Ionae e Waisake Naholo sendo os pontas.

 

Inglaterra tenta contra os Boks sua 3ª vitória em 7 jogos no ano…

Depois de vencer seus dois primeiros jogos contra a Inglaterra, a África do Sul é pura confiança sob o comando do novo técnico Rassie Erasmus e do capitão Siya Kolisi. Já os ingleses estão pressionados sem conseguirem uma vitória sequer desde fevereiro, quando passaram por Gales. Já são 6 derrotas consecutivas da Rosa.

Eddie Jones efetuou 2 trocas na Inglaterra, escalando Joe Marler para a primeira linha e o abertura Danny Cipriani como titular – pela primeira vez desde 2008. Cipriani é a aposta de Jones para dar criatividade durante os 80 minutos a uma seleção que teve duas derrotas com o mesmo enredo: início forte atropelando os Boks seguido de virada do time da casa. Com a expectativa de chuva e vento na Cidade do Cabo, Cipriani foi escolhido no lugar de Ford para enriquecer o jogo de chuters inglês.

Já os Springboks terão 5 alterações. Erasmus dará chance ao promissor fullback Warrick Gelant e aos centros Jesse Kriel e Andre Esterhuizen (habilidoso e promissor, tendo debutado contra Gales no início do mês), além de recolocar Elton Jantjies como abertura. No pack, o hooker Chiliboy Ralepelle é a novidade, tendo o veterano Schalk Brits na reserva – convocado pela primeira vez desde 2015. Olhos no banco também para o jovem scrum-half Embrose Papier.

A Inglaterra terá a missão de manter o mesmo nível durante os 80 minutos e conseguir a vantagem no jogo de contato, que foi pendendo a favor dos sul-africanos ao longo das duas partidas. O embate do breakdown será crucial, com a terceira linha de Tom Curry, Chris Robshaw e Nathan Hughes, tendo que se provar. Duane Vermeulen, Pieter-Steph du Toit e Siya Kolisi hoje têm a vantagem, ao passo que a colisão da segunda linha entre Maro Itoje e Franco Mostert promete de novo. Favoritismo sul-africano contra uma ferida Inglaterra.

 

Pumas e Escócia na busca pela reabilitação

Argentina e Escócia se encontrarão em Resistencia, no nordeste da Argentina, com as duas equipes precisando muito de uma vitória. Os Pumas se despedirão do técnico Daniel Hourcade após duas derrotadas em brilho diante de Gales, ao passo que a Escócia vem à América do Sul pressionada após derrota inédita para os Estados Unidos.

Hourcade efetuou 5 trocas no XV, com as entradas de Javier Díaz, debutando na primeira linha, Tomás Lezana e Leonardo Senatore entrando na terceira linha, Bautista Ezcurra ganhando a camisa 12 e Sebastián Cancelliere debutando como titular na ponta. Já os escoceses tiveram 8 trocas, já que o time que perdeu na América do Norte era um “mistão”. Apenas uma troca foi feita nos 3/4s com a promoção a titular de Dougie Fife. Todas as demais novidade foram entre os avançados. hooker Stuart McInally será o titular do Cardo, enquanto Berghan e Dell entram na primeira linha também, toda renovada. Gilchrist volta à segunda linha, ao passo que a terceira linha será toda nova, com Bradbury, Denton e Brown (originalmente hooker, entrando com a 7). Os jovens George Horne e Adam Hastings seguem como apostas do agora contestado técnico Gregor Townsend como titulares para scrum-half e abertura.

 

Japão-Geórgia, Fiji-Tonga, Canadá-EUA e Copa da África: emoção não falta

No Pacífico, dois jogos de muito interesse abrem a jornada. Primeiro, Fiji e Tonga fazem clássico da Oceania, com as atenções sobre a força do time fijiano, repleto de grandes nomes, ao passo que o Japão receberá a Geórgia para uma partida entre as duas seleções que mais subiram no rugby mundial.

Já na América do Sul, os Estados Unidos, vindos de vitória histórica sobre a Escócia, visitarão o rival Canadá, que vem de derrota embaraçosa em casa diante da Rússia, afundando no cenário internacional.

Por fim, na África, seguem as Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2019. A líder Namíbia vai receber a Tunísia, enquanto o Quênia fará seu primeiro jogo visitando o perigoso Marrocos, ambos válidos pela Copa da África.

 

*Horários de Brasília

Sábado, dia 23 de junho

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00h00 – Fiji x Tonga, em Lautoka – World Rugby TV AO VIVO

Árbitro: Luke Pearce (Inglaterra)

Histórico: 94 jogos, 63 vitórias de Fiji, 28 vitórias de Tonga e 3 empates. Último jogo: Tonga 10 x 14 Fiji, em 2017 (Copa das Nações do Pacífico);

Fiji: 15 Kini Murimurivalu, 14 Timoci Nigusa, 13 Vereniki Goneva, 12 Jale Vatabua, 11 Nemani Nadolo, 10 Ben Volavola, 9 Frank Lomani, 8 Akapusi Qera, 7 Mosese Voka, 6 Dominiki Waqaniburotu, 5 Leone Nakarawa, 4 Viliame Mata, 3 Manasa Saulo, 2 Tuapati Taleimatoga, 1 Campese Ma’afu;

Suplentes: 16 Tuvere Vugakoto, 17 Peni Ravai, 18 Mosese Ducivaki, 19 Albert Tuisue, 20 Nemani Nagusa, 21 Seru Vularika, 22 Alivereti Veitokani, 23 Sevanaia Galala

Tonga: em breve

 

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02h45 – Japão x Geórgia, em Toyota (Nagoya)

Árbitro: Nigel Owens (Gales)

Histórico: 5 jogos, 4 vitórias do Japão e 1 vitória da Geórgia. Último jogo: Geórgia 22 x 28 Japão, em 2016 (amistoso);

Japão: 15 Ryuji Noguchi, 14 Lomano Lemeki, 13 Timothy Lafaele, 12 Harumichi Tatekawa 11 Akihito Yamada, 10 Yu Tamura, 9 Yutaka Nagare, 8 Amanaki Mafi, Shunsuke Nunomaki, 6 Michael Leitch (c), 5 Samuela Anise, 4 Shinya Makabe, 3 Ji-Won Koo, 2 Shota Horie, 1 Keita Inagaki;

Suplentes: 16 Yusuke Niwai, 17 Shintaro Ishihara, 18 Wimpie van der Walt, 19 Kazuki Himeno, 20 Masakatsu Nishikawa, 21 Fumiaki Tanaka, 22 Rikiya Matsuda;

Geórgia: 15 Merab Kvirikashvili, 14 Sandro Todua, 13 Davit Katcharava, 12 Giorgi Kveseladze, 11 Soso Matiashvili, 10 Lasha Khmaladze, 9 Vasil Lobzhanidze, 8 Otar Giorgadze, 7 Vito Kolelishvili, 6 Giorgi Tsutskiridze, 5 Kote Mikautadze, 4 Giorgi Nemsadze (c), 3 Irakli Mirtskhulava, 2 Jaba Bregvadze, 1 Kakha Asieshvili;

Suplentes: 16 Shalva Mamukashvili, 17 Zurab Zhvania, 18 Giorgi Melikidze, 19 Nodar Tcheishvili, 20 Mikheil Gachechiladze, 21 Giorgi Begadze, 22 Lasha Malaghuradze, 23 Anzor Sitchinava;

 

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04h35 – Nova Zelândia x França, Dunedin

Árbitro: John Lacey (Irlanda)

Histórico: 60 jogos, 47 vitórias da Nova Zelândia, 12 vitórias da França e 1 empate. Último jogo: Nova Zelândia 26 x 13 França, em 2018 (amistoso);

Nova Zelândia: 15 Ben Smith, 14 Waisake Naholo, 13 Jack Goodhue, 12 Sonny Bill Williams, 11 Rieko Ioane, 10 Damian McKenzie, 9 Aaron Smith, 8 Luke Whitelock, 7 Ardie Savea, 6 Shannon Frizell, 5 Scott Barrett, 4 Samuel Whitelock (c), 3 Owen Franks, 2 Codie Taylor, 1 Joe Moody;

Suplentes: 16 Liam Coltman, 17 Karl Tu’inukuafe, 18 Ofa Tuungafasi, 19 Jackson Hemopo, 20 Matt Todd, 21 TJ Perenara, 22 Richie Mo’unga, 23 Jordie Barrett;

França: 15 Benjamin Fall, 14 Teddy Thomas, 13 Remi Lamerat, 12 Wesley Fofana, 11 Gael Fickou, 10 Anthony Belleau, 9 Morgan Parra (c), 8 Kevin Gourdon, 7 Kelian Galletier, 6 Mathieu Babillot, 5 Yoann Maestri, 4 Bernard Le Roux, 3 Uini Atonio, 2 Camille Chat, 1 Dany Priso;

Suplentes: 16 Adrien Pélissié, 17 Cyril Baille, 18 Cédate Gomes Sa, 19 Felix Lambey, 20 Alexandre Lapandry, 21 Baptiste Serin, 22 Jules Plisson, 23 Maxime Médard;

 

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07h00 – Austrália x Irlanda, em Sydney

Árbitro: Pascal Gaüzère (França)

Histórico: 35 jogos, 22 vitórias da Austrália, 12 vitórias da Irlanda e 1 empate. Último jogo: Austrália 21 x 26 Irlanda, em 2018 (amistoso);

Austrália: 15 Israel Folau, 14 Dane Haylett-Petty, 13 Samu Kerevi, 12 Kurtley Beale, 11 Marika Koroibete, 10 Bernard Foley, 9 Nick Phipps, 8 David Pocock, 7 Michael Hooper (c), 6 Lukhan Tui, 5 Adam Coleman, 4 Izack Rodda, 3 Sekope Kepu, 2 Brandon Paenga-Amosa, 1 Scott Sio;

Suplentes: 16 Tolu Latu, 17 Tom Robertson, 18 Taniela Tupou, 19 Rob Simmons, 20 Ned Hanigan, 21 Pete Samu, 22 Joe Powell, 23 Reece Hodge;

Irlanda: 15 Rob Kearney, 14 Keith Earls, 13 Robbie Henshaw, 12 Bundee Aki, 11 Jacob Stockdale, 10 Johnny Sexton, 9 Conor Murray, 8 Jack Conan, 7 Peter O’Mahony, 6 CJ Stander, 5 James Ryan, 4 Devin Toner, 3 Tadhg Furlong, 2 Sean Cronin, 1 Jack McGrath;

Suplentes:16 Niall Scannell, 17 Cian Healy, 18 John Ryan, 19 Tadhg Beirne, 20 Jordi Murphy, 21 Kieran Marmion, 22 Ross Byrne, 23 Jordan Larmour;

 

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11h00 – Namíbia x Tunísia, em Windhoek – Copa da África

Histórico: 10 jogos, 7 vitórias da Namíbia e 3 vitórias da Tunísia. Último jogo: Tunísia 07 x 53 Namíbia, em 2017 (Copa da África);

 

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12h00 – Marrocos x Quênia, em Casablanca – Copa da África

Histórico: 3 jogos, 2 vitórias do Marrocos e 1 vitória do Quênia. Último jogo: Marrocos 29  11 Quênia, em 2009 (Copa da África);

 

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12h00 – África do Sul x Inglaterra, na Cidade do Cabo

Árbitro: Glen Jackson (Nova Zelândia)

Histórico: 40 jogos, 25 vitórias da África do Sul, 13 vitórias da Inglaterra e 2 empates. Último jogo: África do Sul 23 x 12 Inglaterra, em 2018 (amistoso);

África do Sul: 15 Warrick Gelant, 14 S’busiso Nkosi, 13 Jesse Kriel, 12 Andre Esterhuizen, 11 Aphiwe Dyantyi, 10 Elton Jantjies, 9 Faf de Klerk, 8 Duane Vermeulen, 7 Pieter-Steph du Toit, 6 Siya Kolisi, 5 Franco Mostert, 4 RG Snyman, 3 Frans Malherbe, 2 Chiliboy Ralepelle, 1 Tendai Mtawarira;

Suplentes: 16 Schalk Brits, 17 Steven Kitshoff, 18 Thomas du Toit, 19 Jean-Luc du Preez, 20 Sikhumbuzo Notshe, 21 Embrose Papier, 22 Handré Pollard, 23 Willie le Roux;

Inglaterra: 15 Elliot Daly, 14 Jonny May, 13 Henry Slade, 12 Owen Farrell (c), 11 Mike Brown, 10 Danny Cipriani, 9 Ben Youngs, 8 Nathan Hughes, 7 Tom Curry, 6 Chris Robshaw, 5 Maro Itoje, 4 Joe Launchbury, 3 Kyle Sinckler, 2 Jamie George, 1 Joe Marler;

Suplentes:16 Luke Cowan-Dickie, 17 Alec Hepburn, 18 Harry Williams, 19 Jonny Hill, 20 Mark Wilson, 21 Sam Simmonds, 22 Ben Spencer, 23 Denny Solomona;

 

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16h00 – Canadá x Estados Unidos, em Halifax

Árbitro: Alexandre Ruiz (França)

Histórico: 61 jogos, 38 vitórias do Canadá, 20 vitórias dos Estados Unidos e 2 empates. Último jogo: Estados Unidos 29 x 10 Canadá, em 2018 (amistoso);

Canadá: 15 Pat Parfrey, 14 Jeff Hassler, 13 Ben LeSage, 12 Nick Blevins, 11 Kainoa Lloyd, 10 Shane O’Leary, 9 Phil Mack, 8 Luke Campbell, 7 Matt Heaton, 6 Lucas Rumball, 5 Evan Olmstead, 4 Josh Larsen, 3 Jake Ilnicki, 2 Ray Barkwill, 1 Djustice Sears-Duru;

Suplentes: 16 Eric Howard, 17 Noah Barker, 18 Ryan Kotlewski, 19 Paul Ciulini, 20 Dustin Dobravsky, 21 Jorden Sandover-Best, 22 Guiseppe du Toit, 23 Theo Sauder;

Estados Unidos: 15 Will Hooley, 14 Blaine Scully (c), 13 Marcel Brache, 12 Paul Lasike, 11 Nate Augspurger, 10 AJ MacGinty, 9 Shaun Davies, 8 Cam Dolan, 7 Hanco Germishuys, 6 Ben Landry, 5 Nick Civetta, 4 Samu Manoa, 3 Paul Mullen, 2 Dylan Fawsitt, 1 Eric Fry;

Suplentes: 16 Chris Baumann, 17 Titi Lamositele, 18 Olive Kilifi, 19 Greg Peterson, 20 Vili Toluta’u, 21 Ruben de Haas, 22 Will Magie, 23 Bryce Campbell;

 

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16h40 – Argentina x Escócia, em Resistencia

Árbitro: Mathieu Raynal (França)

Histórico: 16 jogos, 9 vitórias da Argentina e 7 vitórias da Escócia. Último jogo: Escócia 19 x 16 Argentina, em 2016 (amistoso);

Argentina: 15 Emiliano Boffelli, 14 Bautista Delguy, 13 Matías Orlando, 12 Bautista Ezcurra, 11 Sebastián Cancelliere, 10 Nicolás Sánchez, 9 Martín Landajo, 8 Leonardo Senatore, 7 Tomás Lezana, 6 Pablo Matera, 5 Matías Alemanno, 4 Guido Petti, 3 Nahuel Tetaz Chaparro, 2 Agustín Creevy (c), 1 Javier Díaz;

Suplentes: 16 Julián Montoya, 17 Santiago García Botta, 18 Santiago Medrano, 19 Tomás Lavanini, 20 Marcos Kremer, 21 Gonzalo Bertranou, 22 Santiago González Iglesias, 23 Juan Cruz Mallía;

Escócia: 15 Stuart Hogg, 14 Dougie Fife, 13 Nick Grigg, 12 Pete Horne, 11 Blair Kinghorn, 10 Adam Hastings, 9 George Horne, 8 David Denton, 7 Fraser Brown, 6 Magnus Bradbury, 5 Grant Gilchrist, 4 Tim Swinson, 3 Simon Berghan, 2 Stuart McInally (c), 1 Allan Dell;

Suplentes: 16 George Turner, 17 Jamie Bhatti, 18 Zander Fagerson, 19 Ben Toolis, 20 Jamie Ritchie, 21 Sam Hidalgo-Clyne, 22 James Lang, 23 Chris Harris;