Parece que o rugby profissional está mesmo se remodelando em várias partes do mundo. Depois da notícia da fusão entre Racing e Stade Français, foi a vez do Super Rugby virar notícia nesta terça-feira. O CEO do Cheetahs, da África do Sul, Harold Verster, disse à rede de notícias Netwerk24 que está tranquilo sobre o futuro de sua franquia, pois ela não deverá ser cortada do Super Rugby.

 

Verster comentou na entrevista que o Super Rugby será reduzido de 18 para 16 equipes, voltando aos formato original de todos contra todos em um turno só, sem grupos. No caso, 16 equipes jogando 15 partidas cada, mais playoffs, o que manteria o atual número de jogos por franquia. A SANZAAR, organizadora do Super Rugby, está atualmente trabalhando na remodelação da liga para o futuro próximo, alarmada pela perda de poderio financeiro das franquias (refletido no êxodo de jogadores para a Europa) e nos públicos baixos registrados em muitos de seus estádios. Uma das causas apontadas para a perda de interesse é seu formato complicado de se entender.

 

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A declaração do CEO do Cheetahs faz aumentarem as especulações de que Kings, da África do Sul, e Force, da Austrália, sejam os mais fortes candidatos a serem cortados da liga.

 

O Super Rugby teve o formato de todos contra todos entre 1996 e 2010, quando a média de público da competição superava os 20 mil torcedores por jogo.

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