Lions x Jaguares - Lions Facebook

ARTIGO COM VÍDEOS – Agora sim, ele começou de verdade! Nada menos que 11 equipes fizeram suas estreias na edição 2018 do Super Rugby neste fim de semana, com os times de Nova Zelândia, Austrália e Japão entrando em campo. Crusaders, Highlanders e Rebels foram grandes destaques com vitórias importantes, ao passo que entre os sul-africanos que já tinham jogado na semana passada quem se sobressaiu foi o Lions, que impôs a segunda derrota aos Jaguares argentinos e lidera a competição.

Os Lions recebeu o time argentino e se impôs por 47 x 27. Mas, o Jaguares largaram bem a partida, chegando a abrir 10 x 00, com try de Boffelli, sustentando a frente até os 32′. A reação dos sul-africanos veio com try de Dyantyi e um penal try, com a virada saindo pelas mãos de Coetzee antes do intervalo. Depois, a segunda etapa foi de domínio completo dos Lions contra um indisciplinado time argentino, em um total de 7 tries a 3 para os anfitriões.

Os atuais campeões Crusaders largaram o Super Rugby com clássico neozelandês contra os Chiefs e provaram que estão mesmo acima dos rivais. 45 x 23, que tiveram os ‘Saders abrindo 3 tries de frente, com Todd, Mo’unga e Taufua. Os Chiefs reagiram antes do intervalo com tries de Sam Cane e Alaimalo, aproveitando amarelo para Alaalatoa.

O segundo tempo foi de equilíbrio, mas no fim os Crusaders deslancharam, com Sam Whitelock amassando a defesa dos Chiefs aos 65′ para o quarto try. Depois, um penal try controverso aos 71’ para os rubronegros selou a sorte da partida. Bridge e Mataele ainda aproveitaram o nocaute e fizeram outros 2 tries para os ‘Saders, dando números finais ao embate.

O outro clássico neozelandês também foi de gala, com os Highlanders vencendo dura batalha contra os Blues por 41 x 34. Gatland, Duffie e Akira Ioane mostraram a evolução do time de Auckland com 3 tries no primeiro tempo, respondidos com 2 tries de Rob Thompson (incluindo um pintura) para os donos da casa. O jogo era lá e cá. Aos 44′, Tokolahi guardou o terceiro try dos Highlanders, devolvido no minuto seguinte por Akira Ioane, com o quarto try dos Blues. Mas, depois, só deu Highlanders. liderados por Aaron Smith e Sopoaga. O centro Walden para os dois tries da vitória do time de Dunedin.

O único kiwi que jogou fora da Nova Zelândia foi surpreendido. O favorito Hurricanes sucumbiu na África do Sul diante do Bulls, apontado como o mais frágil entre os sul-africanos. O time de Pretória se superou e arrancou uma vitória de 21 x 19 para ganhar moral. O primeiro try veio logo aos 4′ com Kriel dando um mágico offload para Kotze cravar o try sul-africano. Depois, Riccitelli e Goosen cruzaram o in-goal para os ‘Canes, sugerindo vitória tranquila. De Jager deu o troco na velocidade (segunda linha voando!) para os Bulls antes do intervalo e os azuis seguraram a pressão neozelandesa até os 59’, quando Beauden Barrett fez o try que parecia da vitória dos ‘Canes. Porém, Schoeman, aos 72’, marcou o try da incrível vitória dos Bulls, depois de um chute bloqueado de Barrett.

Na Austrália, o primeiro clássico nacional serviu para provar a evolução dos Rebels, que derrotaram os Reds por largos 45 x 19, com direito a 4 tries só no primeiro tempo. Naivalu e Haylett-Petty, vindo do Force, foram destaque com 2 tries cada, com os Rebels aproveitando que os Reds tiveram Higginbothan levando cartão vermelho logo aos 10′.

Já os Waratahs afastaram o fantasma da terrível temporada de 2017 com uma inspiradora vitória sobre os Stormers por 34 x 27. Folau (apanhando up and under) e Hooper fizeram os tries na primeira etapa, com Kitshoff e Van Dyk respondendo para os sul-africanos. Fitzpatrick marcou o terceiro dos australianos na volta dos vestiários, respondido por SP Marais aos 51′. Jogo empatado e parelho até o fim, com desfecho emocionante. Já com o tempo esgotado, Ned Hanigan rompeu na ponta para o try da vitória dos Waratahs.

Por fim, em Tóquio, os japoneses do Sunwolves receberam os australianos do Brumbies em jogo que se provou equilibrado, mostrando a evolução japonesa. Os donos da casa marcaram o primeiro try em um belo maul aos 9′ e ampliaram aos 19′ achando o buraco na defesa aussie. Os Brumbies logo entraram na partida e McCaffrey reduziu para os Brumbies. Mas o terceiro try japonês não tardou, com Saumaki, aos 29′. Depois disso, somente os Brumbies marcaram tries, com Godwin, Kuridrani, Mann-Rea e Banks, mas o placar ficou apertado pelas conversões perdidas. No fim, os Sunwolves chutaram um último penal e arrancaram o bônus defensivo. 32 x 25 para os visitantes.

Na próxima sexta, destaque para clássico neozelandês entre Blues e Chiefs e dérbi australiano entre Reds e Brumbies. No sábado os Crusaders recebem os Stormers, os Sharks recebem os Waratahs e os Sunwolves recebem os Rebels. Ainda tem clássico sul-africano, Bulls e Lions, além do primeiro jogo dos Jaguares em Buenos Aires, contra os Hurricanes.

 

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Super Rugby

Highlanders 41 x 34 Blues

Rebels 45 x 19 Reds

Sunwolves 25 x 32 Brumbies

Crusaders 45 x 23 Chiefs

Waratahs 34 x 27 Stormers

Lions 47 x 27 Jaguares

Bulls 21 x 19 Hurricanes

EquipeConferênciaPaísCidadeJogosPontos
CrusadersNova ZelândiaNova ZelândiaChristchurch1663
LionsÁfrica do Sul/ArgentinaÁfrica do SulJoanesburgo1646
WaratahsAustrália/JapãoAustráliaSydney1644
HurricanesNova ZelândiaNova ZelândiaWellington1651
ChiefsNova ZelândiaNova ZelândiaHamilton1649
HighlandersNova ZelândiaNova ZelândiaDunedin1644
JaguaresÁfrica do Sul/ArgentinaArgentinaBuenos Aires1638
SharksÁfrica do Sul/ArgentinaÁfrica do SulDurban1636
RebelsAustrália/JapãoAustráliaMelbourne1636
BrumbiesAustrália/JapãoAustráliaCanberra1634
StormersÁfrica do Sul/ArgentinaÁfrica do SulCidade do Cabo1629
BullsÁfrica do Sul/ArgentinaÁfrica do SulPretória1629
RedsAustrália/JapãoAustráliaBrisbane1628
BluesNova ZelândiaNova ZelândiaAuckland1622
SunwolvesAustrália/JapãoJapãoTóquio1614
- Vitória = 4 pontos;
– Empate = 2 pontos;
– Derrota = 0 pontos;
– Vencer marcando 3 ou mais tries que o oponente = 1 ponto extra;
– Perder por diferença de 7 pontos ou menos = 1 ponto extra;

- Classificam-se às quartas de final o 1º colocado de cada uma das 3 conferências + os 5 melhores da classificação geral;